Samuel Cardozo

"Jovem, aproveite a sua mocidade e seja feliz enquanto é moço. Faça tudo o que quiser e siga o desejo do seu coração. Mas lembre de uma coisa: Deus o julgará por tudo o que você fizer. Não deixe que nada o preocupe ou faça sofrer, pois a mocidade dura pouco" (Eclesiastes 10.9,10 - NTLH)

sábado, 12 de junho de 2010

Igreja oferece drive-thru de oração em via congestionada de SP

Opiniões à parte, interessante a criatividade!!!
____________________________________________

No congestionamento das 18h da rua Domingos de Morais, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, os pastores da Igreja Universal do Reino de Deus prometem dar jeito em tudo na vida dos motoristas. Menos no trânsito.

Na porta do templo foi montado um drive-thru de oração e oferta. O sistema de atendimento rápido tem um recuo e, sem descer dos carros, quem passa por ali ouve passagens bíblicas e promessas de melhorar de vida.

A inspiração do pastor Osvaldo Volpini, responsável pela pregação nos cultos, veio dos engarrafamentos diários na porta da igreja.

A ideia, diz ele, é atrair quem esteja parado no trânsito e necessite de um apoio espiritual de emergência. Para convencer os motoristas, 14 voluntários da igreja pulam, agitam as mãos, empunham faixas e cartazes, distribuem panfletos nos sinais.

Três Minutos. Como num stand de lançamento imobiliário, as obreiras são meninas bonitas, todas de cabelos longos escovados. É a aparência que induz os motoristas à oração? "Ajuda, mas não é o atrativo principal", diz Rafael Isídio, líder do voluntariado. Tão rápido quanto o atendimento de um fast-food, um obreiro do drive-thru da Universal entrega ao motorista um folheto com os horários dos cultos, faz uma oração e um pedido de oferta à igreja. Coisa de três minutos. "Em que área gostaria de receber essa oração: financeira, familiar, sentimental, saúde? Qual tem sido o maior problema?", pergunta o pastor Alan Maurício Casuo. E a reza também vale para o carro. "Gostaria também de orar para Deus livrar seu veículo dos acidentes, sequestros, roubos. Vou ungir o seu carro com o óleo que representa o Espírito Santo. É um ponto de contato", explica. Assim como no McDonald's, o modelo do drive-thru da oração foi trazido de uma igreja dos EUA.
Oferta

"Eles cobram? Vender oração é abusar da fé das pessoas que estão fragilizadas", diz a dermatologista Keila Carvalho, que não para. À vista dos gravadores e das câmeras, os fiéis não pedem dinheiro, mas quem passou por ali diz que eram cobrados R$ 50 de oferta. "Já ofereceram, mas não é o propósito", diz o pastor Casuo.
"Achei bom. Estou me sentindo melhor. Pedi saúde. Esse sistema deveria ter em todos os lugares da igreja", diz a aposentada Tânia Vilela. "Essa oração é um alívio, uma paz. Já recebemos até motoristas umbandistas", diz o pastor Volpini.

O sucesso é tanto que a igreja quer abrir o drive-thru o dia todo _hoje funciona das 18h às 20h. Além dos motoristas, a tenda da oração tem atraído motoqueiros e pedestres, que não são afetados pelo congestionamento.
João Dias

Com média de 20 carros atendidos por hora na Domingos de Morais, a Universal quer levar o drive-thru da oração à sede da congregação, na avenida João Dias, também na zona sul.
"Diga amém, senhor Vinícius." Amém. "Graças a Deus", despede-se o pastor Casuo no drive-thru para atender ao próximo motorista no fast-food dos milagres

VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/749650-igreja-oferece-drive-thru-de-oracao-em-via-congestionada-de-sp.shtml
veja videocast no link acima

JOVENS

Antes de tudo um estado de espírito. Há pessoas com 20 anos, mas sua indisposição é tão grande que não seria difícil acreditar que têm 100 anos. Também temos o inverso, pessoas da terceira idade e extremamente joviais estão sempre sorrindo e dispostas a mudar a vida de alguém.
Ser jovem é ter a esperança de que amanhã será melhor, pois quando Jesus está no barco mesmo que ele esteja à deriva chegará num lugar seguro. O jovem é espontâneo faz coisas que ele mesmo fica com vergonha e se tivesse pensado duas vezes evitaria alguns constrangimentos.
Ser jovem é ser aventureiro. Ele tem um brilho nos olhos que lhe é peculiar, não teme o desconhecido, é sonhador, extravagante, inexperiente, teimoso, mas, ele aprende, é jovem...
Nessa fase, em que tudo acontece tão rápido precisamos ser cautelosos e ouvirmos a voz do PAI falando em nossos corações. “Não entre aí, vá por esse caminho, não responda, não se importe, entregue seus anseios em minhas mãos eu cuido de você”. Precisaremos sufocar nossa ansiedade e trilhar pelo caminho da perseverança e da obediência.
Nós jovens precisamos saber por que estamos aqui e qual é a nossa missão. Almas, ganhar almas, centenas delas e ainda será pouco. “Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno. Não ameis o mundo, nem o que há no mundo.” – I João 2:14.
Jovens ! ! ! Temos a força, o vigor e o tempo ao nosso favor. Devemos estudar, trabalhar, viajar, conhecer pessoas, casar, mas em cada uma dessas etapas precisamos de um foco, esse foco é Jesus e seu sacrifício na cruz. Ele não nos deu a vida para que vivêssemos sem um legado. Devemos ir após ele e segui-lo, sem temer, sem questionar, apenas confiar.
Difícil não? Mas quem disse que seria fácil? Ser jovem e cristão é um desafio. Contudo, em Cristo somos mais do que vencedores, Ele venceu o mundo e nos capacitará para venceremos também!
André Ribeiro

sábado, 29 de maio de 2010

Muito bom mesmo, vale a pena gastar um tempinho lendo!!!
______________________

"Por que eu não posso ter relações sexuais antes do casamento?", perguntam muitos jovens cristãos.
É impossível entrar no labirinto das motivações desse questionamento que cada vez mais invade o coração e as bocas dos meninos e meninas das igrejas, mas é certo que as respostas têm sido insatisfatórias. Ao menos a proibição clássica de fazer sexo fora do casamento tem sido sistematicamente violada, se tivermos a coragem de falar francamente sobre o assunto.Não se afirma isso levianamente.
Na edição de julho de 2009, a Christianity Today ostenta um artigo que nos informa que cerca de 80% dos jovens frequentadores de igrejas fraquejam ou capengam nesse quesito. E o problema com os nossos jovens cristãos não é apenas a vivência da sexualidade. O problema é que cada vez mais eles se parecem com os jovens do mundo e se sentem mais e mais atraídos pelas paixões que comandam nosso século. Por quê? Não se pode negar coerência ao mundo.
O comportamento não só dos jovens, mas da sociedade como um todo, caminha de modo totalmente compatível com a atmosfera filosófica governante. É difícil falar em um movimento filosófico predominante nas últimas décadas, mas é certo que em alguns conceitos há um consenso geral. O existencialismo, o pragmatismo, o marxismo, o hedonismo etc., concordam num ponto: são correntes de pensamento secularistas. Partem do princípio de que este mundo é tudo o que existe e não há ao nosso alcance nenhuma experiência transcendente possível. A vida é aqui e agora. Viva-a bem, enquanto é possível.
Como viver bem essa única vida, é o ponto discordante dessas filosofias, mas num ponto há consenso: a transcendência ou é impossível ou é inacessível, o que, na prática diária, dará no mesmo. Se esta vida é tudo o que existe, certos estão os jovens: vamos todos pra balada. Ou na versão bíblica: comamos e bebamos que amanhã morreremos. E Paulo ainda afirma que, se nossa esperança é aqui e agora, somos os mais desesperançados de todos os homens. Agora, se Deus existe -- e esta é a única questão que importa responder -- viver esta vida como a única que existe é de uma incoerência terrível. Uma canelada eterna, diria Pascal. Quer dizer, se há Deus, desesperançados são os outros.
Mas muitos de nossos jovens, que afirmam viver “sub specie aeternitatis”, vivem babando de inveja com o modo de vida mundano e não percebem a incoerência existente entre o que afirmam crer e o anseio de seus corações. Se um jovem vive querendo ir pra balada e liberar geral, é porque se entupiu da atmosfera filosófica do seu século. Se a vida é só isto, quem vai me dizer como vivê-la e por que eu tenho de aceitar os limites da família, da Bíblia ou da igreja?
O existencialismo é dono de uma frase lapidar: a existência precede a essência. A essência, essa realidade última, o fundamento e a razão última de todas as coisas, busca infindável da filosofia, foi enterrada no existencialismo. Não há essência. Não há sentido na vida. O fato é que existimos por puro acidente e nós inventamos nossa essência, nosso destino, nosso propósito. Se é assim, vale a pena repetir: vamos todos pra balada e vamos liberar geral. É proibido proibir. Esse é o grito da cultura secular, nas novelas, nos filmes, na literatura etc.
Porém, nós não cremos nisso. No princípio Deus. Ele define. Há uma razão última. No princípio era o Verbo. Se é assim, eu não defino meu destino. Se é assim, a sexualidade, as relações sociais, o amor, enfim, a vida não pode ser dirigida como eu quero. E muito menos como espelho do mundo. Se a essência precede a existência, isto é, se meu destino está escrito em meu coração, inato -- Deus pôs a eternidade no coração do homem --, eu não tenho direito de fazer da minha sexualidade, da minha vida, ou o que seja, aquilo que eu quero. Em qualquer desses assuntos a minha ação só será legítima na medida em que for compatível com a essência humana cravada em minha alma. Por isso que está correto o conceito de pecado como errar o alvo. Quem peca violenta sua essência, ou sua própria alma.
Quando os nossos jovens começarem a nos perguntar a razão dos limites existentes na fé cristã, seja em matéria de sexualidade ou outra questão qualquer, devemos começar a conversa perguntando-lhes: Vocês acreditam que Deus existe? Porque se não, vamos todos pra balada.
autor: João Heliofar de Jesus Villar, 45 anos, é procurador regional da República da 4ª Região (no Rio Grande do Sul) e cristão evangélico.